⚠️ Casa Branca Avalia Ataque à Venezuela Pela Segunda Vez, Apesar de Promessas

Redação Pernambuco Informa

O presidente dos EUA, Donald Trump, e sua equipe de segurança nacional realizaram o segundo dia consecutivo de reuniões de alto nível na Casa Branca para avaliar uma possível ação militar na Venezuela. As discussões envolvem o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, o vice-presidente JD Vance e o Secretário de Estado, Marco Rubio, enquanto as forças americanas na região se preparam para possíveis ordens de ataque.

Ambiguidade Estratégica e Risco de Escalada

  • Opções na Mesa: Um funcionário do governo afirmou que “uma série de opções” foram apresentadas a Trump, mantendo a “ambiguidade estratégica” sobre os próximos passos contra o regime de Nicolás Maduro.
    • A recompensa por informações que levem à prisão de Maduro foi aumentada de US$ 25 milhões para US$ 50 milhões.
  • Contradições: A discussão sobre um ataque direto em território venezuelano contraria promessas feitas ao Congresso nas últimas semanas de que não havia preparativos em andamento para tal ataque.
  • Forças em Alerta: Pilotos de caça a bordo do porta-aviões USS Gerald R. Ford estão estudando as defesas aéreas venezuelanas. O planejamento também levantou a possibilidade de envolver a Força Delta, unidade de elite para missões de captura e eliminação. A Venezuela, em resposta, anunciou uma mobilização massiva de quase 200 mil militares.

🌎 Tensão e Crise com Aliados

A escalada militar dos EUA na América Latina tem gerado tensões com parceiros próximos:

  • Colômbia: O presidente Gustavo Petro anunciou a suspensão do compartilhamento de informações de inteligência com os EUA, citando um imperativo de “direitos humanos”.
  • México: A presidente Claudia Sheinbaum se reuniu com autoridades americanas para reafirmar acordos marítimos e “impedir o uso de bombardeios contra embarcações” perto do território mexicano.

Presença Militar Americana

A presença militar americana na região é descrita como “impressionante” e muito maior do que a histórica, com cerca de 15.000 soldados americanos distribuídos em aproximadamente uma dúzia de navios de guerra, incluindo reforços em Porto Rico.

  • Navios no Caribe (Nesta sexta-feira): Sete navios de guerra, incluindo os cruzadores de mísseis guiados USS Gettysburg e USS Lake Erie, e contratorpedeiros.
  • Navios no Atlântico: O USS Ford, juntamente com três contratorpedeiros, estava nas proximidades.
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