Nova pesquisa Real Time Big Data mostra o presidente com 42% contra 41% do senador no confronto direto; Ratinho Jr (PSD) consolida-se como o nome mais forte da “terceira via”.
O levantamento, registrado sob o protocolo BR-09353/2026, reflete o impacto dos recentes eventos internacionais (Guerra no Irã) e domésticos (CPMI do INSS) no humor do eleitorado.
🗳️ Cenários de 1º Turno

Lula mantém uma base sólida próxima aos 40%, enquanto Flávio Bolsonaro concentra os votos da direita, deixando pouco espaço para outros candidatos:
- Cenário A: Lula (39%) | Flávio Bolsonaro (32%) | Ratinho Jr (9%) | Zema (2%)
- Cenário B: Lula (40%) | Flávio Bolsonaro (34%) | Eduardo Leite (4%) | Zema (3%)
- Cenário C: Lula (40%) | Flávio Bolsonaro (33%) | Ronaldo Caiado (5%) | Zema (3%)
⚔️ O Segundo Turno: A “Batalha do Funil”

A pesquisa revela que, em um eventual segundo turno, as alianças de centro e os votos de Ratinho Jr. e Zema migram majoritariamente para o clã Bolsonaro, reduzindo a distância para apenas 1 ponto percentual:
| Confronto Direto | Lula (%) | Adversário (%) | Diferença | Situação |
| Lula vs. Flávio Bolsonaro | 42% | 41% | 1% | Empate Técnico |
| Lula vs. Ratinho Jr. | 43% | 39% | 4% | Empate Técnico |
| Lula vs. Eduardo Leite | 46% | 35% | 11% | Lula Lidera |
| Lula vs. Ronaldo Caiado | 45% | 36% | 9% | Lula Lidera |
🔍 Destaques da Pesquisa Espontânea

A força do “bolsonarismo” mesmo com o ex-presidente preso é notável:
- Lula: 29%
- Flávio Bolsonaro: 19%
- Jair Bolsonaro: 4% (Mesmo inelegível e preso, ainda é citado espontaneamente).
- Tarcísio de Freitas: 2% (Mantém-se como reserva estratégica, embora foque na reeleição em SP).
🏛️ Reflexo em Pernambuco e Gravatá

Para os eleitores aqui do estado, os números mostram que a estratégia de “nacionalizar” as eleições municipais será forte:
- João Campos e Raquel Lyra: Ambos observarão esses números para decidir o tamanho do alinhamento com os palanques nacionais.
- Em Gravatá: A polarização nacional costuma se refletir nos grupos políticos locais. Um empate técnico nesse nível sugere que o apoio de lideranças evangélicas e do agronegócio (fortes em Flávio) e dos sindicatos e movimentos sociais (fortes em Lula) será decisivo.
