📰 Mídia Internacional Repercute Retirada de Moraes da Lei Magnitsky e Cita Ação de Lula

Redação Pernambuco Informa

A notícia de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, retirou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, da lista de sancionados pela Lei Magnitsky gerou ampla repercussão na mídia internacional, sendo vista como um revés para Jair Bolsonaro e um resultado da ação diplomática de Lula.

Destaques da Imprensa Estrangeira

  • The New York Times (NYT):
    • Lembrou que a Lei Magnitsky é “raramente usada” contra estrangeiros e que a sanção a Moraes veio no contexto do julgamento de Bolsonaro e do aumento de tarifas a produtos brasileiros.
    • Citou a atuação de Moraes, reconhecendo que ele tem combatido “agressivamente as ameaças que percebe como sendo à democracia no Brasil”, mas notando que algumas de suas ações foram consideradas “antidemocráticas”.
  • The Washington Post (WP):
    • Destacou a rapidez da decisão, vinda “apenas quatro meses depois” da imposição.
    • Caracterizou a derrubada das sanções como uma “significativa retração da campanha de pressão do governo Trump no Brasil”.
    • Afirmou que a decisão foi resultado do “esforço diplomático do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva para persuadir o presidente Donald Trump a revogar as sanções”.
    • Mencionou a divisão na “família Bolsonaro e nos líderes da direita sobre quem deve ser o candidato à presidência no próximo ano” após a prisão de Jair Bolsonaro.
  • Bloomberg:
    • Conectou a retirada das sanções com a flexibilização das tarifas sobre importantes exportações brasileiras, impostas anteriormente por Trump numa tentativa de ajudar Bolsonaro a evitar julgamento pelas acusações de tentativa de golpe.

Conclusão Geral

A mídia internacional enfatiza que a retirada da sanção não só desfaz uma medida incomum da gestão Trump, imposta em meio à crise política brasileira, mas também sinaliza uma melhora nas relações entre Trump e o governo Lula, atribuindo o resultado, em grande parte, à atuação diplomática do presidente brasileiro.

Compartilhe esse artigo