Alinhamento com Raquel Lyra e protagonismo na Secretaria de Obras elevam temperatura política; Câmara Municipal reage com convocação da secretária.
A decisão de Viviane de se unir à governadora é um movimento de “ganha-ganha”: ela ganha a estrutura de um partido forte e o respaldo do governo estadual, enquanto Raquel Lyra consolida uma base sólida em um dos municípios mais importantes do Agreste.
🔨 Desafios na Secretaria de Obras


O protagonismo de Viviane à frente da Secretaria de Obras é o principal alvo dos adversários. A oposição na Câmara Municipal (liderada por nomes como Léo do Ar e Joaquim Neto) utiliza a convocação para prestação de contas como ferramenta de desgaste:
- Foco da Oposição: Questionar contratos de infraestrutura e limpeza urbana, buscando brechas para acusações de improbidade.
- Defesa de Viviane: A secretária alega que a pressão é fruto de perseguição política e machismo, por ocupar um espaço tradicionalmente masculino e ter chances reais de vitória em 2026.
📈 Capital Político em Jogo

A força do grupo de Padre Joselito é inegável, vinda de uma reeleição esmagadora em 2024 (mais de 32 mil votos).
- Para 2026: O objetivo é transferir esse capital político para Viviane, transformando-a em uma voz de Gravatá na Assembleia Legislativa (Alepe).
- Visão de Longo Prazo: Embora o texto mencione a presidência da Câmara Municipal (Casa Elias Torres), essa seria uma estratégia para manter o grupo vivo caso o projeto estadual sofra percalços, ou como um retorno triunfal ao legislativo local após o mandato do marido.
⚖️ O “Barulho” nos Bastidores

A convocação para a Câmara sem data definida cria um ambiente de “suspense político”. Aliados do prefeito acreditam que o objetivo é criar um fato negativo para ofuscar o evento de filiação ao PSD, que deve contar com a presença da própria governadora Raquel Lyra.
