Presidente aparece com 46% contra 43% do senador do PL; recuo de Lula coincide com a alta dos preços dos combustíveis e o acirramento da crise diplomática com o Irã e o Chile.
O cenário aponta para uma eleição decidida no detalhe, com um grupo de 10% de eleitores que, hoje, preferem anular o voto a escolher entre os dois polos.
📊 Simulação de 2º Turno (Março/2026)

| Candidato | Março/2026 | Dezembro/2025 | Tendência |
| Lula (PT) | 46% | 51% | 📉 Queda |
| Flávio Bolsonaro (PL) | 43% | 36% | 📈 Alta |
| Branco/Nulo | 10% | 12% | 📉 Queda |
| Não Sabem | 1% | 1% | ➖ Estável |
🔍 Os Pontos de Destaque da Pesquisa



- Rejeição em Empate: Pela primeira vez, Lula e Flávio empatam na rejeição. 46% dizem que não votariam em Lula de jeito nenhum, enquanto 45% dizem o mesmo sobre Flávio.
- O “Pacto do PSD”: Os governadores Ratinho Júnior, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite (agora todos no PSD) buscam se viabilizar como uma “terceira via” de direita moderada. Ratinho Júnior é o que apresenta o melhor desempenho contra Lula no segundo turno (41% vs 45%), mas ainda sofre com o baixo conhecimento do eleitorado fora do Paraná.
- Geografia do Voto: Flávio Bolsonaro lidera com folga no Sul e no Centro-Oeste. Lula mantém sua fortaleza no Nordeste, mas começa a ver sua margem diminuir entre o eleitorado de baixa renda devido à inflação de alimentos.
📍 Repercussão em Gravatá e Pernambuco

Em Pernambuco, o cenário ainda é favorável a Lula, mas a movimentação de Flávio Bolsonaro tem gerado barulho:
- Interior de Pernambuco: Lideranças locais ligadas ao agronegócio e ao setor de serviços em cidades como Gravatá e Caruaru têm demonstrado maior abertura ao discurso de Flávio, focando em pautas de segurança pública e liberdade econômica.
- Efeito “Custo de Vida”: O aumento no preço do frete e do diesel (impactado pela crise no Estreito de Ormuz) é o principal combustível para as críticas ao governo federal nas feiras livres e comércios locais, o que explica a oscilação negativa de Lula.
