O Rei do Pop continua quebrando recordes, desta vez nas telas dos cinemas. A superprodução “Michael”, que reconta a trajetória de Michael Jackson, fez história no último fim de semana ao cruzar a impressionante marca de US$ 1,001 bilhão em arrecadação global.
Com o feito, o longa-metragem consolida-se oficialmente como a cinebiografia de maior bilheteria da história do cinema, superando gigantes do gênero.
Destronando gigantes do gênero

A produção dirigida por Antoine Fuqua desbancou recordistas recentes e queridinhos das premiações. Veja como ficou o topo do ranking histórico de bilheteria para cinebiografias:
| Posição | Filme | Arrecadação Global |
| 1º | Michael (2026) | US$ 1,001 bilhão (ainda em cartaz) |
| 2º | Oppenheimer (2023) | US$ 977 milhões |
| 3º | Bohemian Rhapsody (2018) | US$ 910 milhões |
Agora, o longa mira o topo anual: nas próximas semanas, “Michael” tem grandes chances de assumir o posto de maior bilheteria geral do ano de 2026, atualmente liderado pela animação “Super Mario Galaxy: O Filme” (US$ 1,010 bilhão).
Orçamento estelar e sequência confirmada

Para colocar o projeto de pé, o investimento foi massivo. Com um orçamento estimado entre US$ 155 milhões e US$ 200 milhões, o filme figura também entre os mais caros do segmento. O retorno comercial estrondoso já garantiu frutos: a Lionsgate confirmou que uma sequência direta já está em fase de desenvolvimento.
Divisão extrema: Crítica vs. Público

Apesar do sucesso comercial avassalador, “Michael” expôs uma das maiores fendas de opinião do ano entre a mídia especializada e os cinéfilos:
- Aprovação da Crítica (Rotten Tomatoes): 38%. Jornalistas criticaram o tom superficial da narrativa e a artificialidade das caracterizações;
- Aprovação do Público (Rotten Tomatoes): 97%. Os fãs aclamaram a energia do longa, a fidelidade das apresentações e o respeito à memória do astro.
Destaque individual: Se a narrativa dividiu opiniões, a performance do protagonista foi consenso. Jafaar Jackson (sobrinho do cantor na vida real) recebeu elogios calorosos por sua interpretação milimétrica nos palcos.
Especialistas de Hollywood já apontam Jafaar e a produção técnica do filme como fortes concorrentes ao Oscar de 2027. O caminho trilhado é idêntico ao de Bohemian Rhapsody, que superou críticas mornas para vencer quatro estatuetas da Academia.
