Gravatá: Família denuncia mais uma morte na UPA

Jornalismo Pernambuco Informa

Ainda tentado recuperar as forças pela perca repentina de Luzia Maria dos Santos, bastante conhecida em Gravatá como “Nete”, a família está utilizando as redes sociais para buscar justiça pela morte prematura de Luzia, que, segundo familiares, ocorreu por falta de tratamento adequado e de ambulância para tranferi-la para um hospital com uma estrutura melhor.

Nas redes, através do perfil @justica.por.nete, a neta de Luzia vem relatando o ocorrido na UPA de Gravatá durante o atendimento a sua avó. Nete, que trabalhava na feira livre de Gravatá, deu entrada na UPA municipal na última sexta-feira, vindo a falecer dois dias depois.

Desde o dia 09 de maio que Nete necessitou de suporte instensivo e cuidados em uma UTI, algo que o município não dispõe, porém, o fato foi ignorado pela UPA, onde insistiram em manter Luzia internada no local alegando que a unidade de saúde tinha o suporte necessário que a paciente precisava para aquele momento. O suporte ofertado na UPA não foi suficiente e Nete não foi transferida, o que, agravou o seu quadro de saúde, e a paciente veio a óbito dois dias após.

Ainda em depoimento, a neta afirma que: “minha avó saiu viva de casa na sexta-feira e voltou morta no domingo. Isso não é normal. Isso não é aceitável. Eu não vou me calar, queremos justiça”, desabafou a jovem inconformada.

Ainda hoje, o perfil @justica.por.nete irá publicar um video oficial onde a neta irá detalhar tudo que ocorreu na unidade de saúde desde de a admissão até a constatação do óbito.

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