Histórico: Inglaterra bate França por 6 a 4 na disputa de 3º lugar mais espetacular das Copas

Redação Pernambuco Informa

Quem diz que a disputa pelo terceiro lugar de uma Copa do Mundo é um jogo morno e sem motivação certamente não assistiu ao clássico europeu deste sábado (18). No Estádio Miami, Inglaterra e França protagonizaram um confronto épico e redefiniram a história do torneio ao fechar o placar em um inacreditável 6 a 4 a favor dos ingleses.

O duelo de gigantes, que reuniu os eliminados das semifinais, transformou-se no jogo com o maior número de gols e reviravoltas nessa fase na história dos mundiais.

Primeiro tempo: Atropelo inglês e apagão francês

Ambas as seleções iniciaram a partida com modificações táticas e poupando algumas de suas principais estrelas. Nomes como Harry Kane e Jude Bellingham começaram no banco pelo lado inglês, enquanto Ousmane Dembélé e Bradley Barcola foram opções reservas na equipe francesa.

A diferença na primeira etapa, contudo, foi a postura competitiva:

  • Domínio absoluto: A Inglaterra sobrou em campo, mostrando intensidade máxima e eficiência na transição ofensiva;
  • Goleada relâmpago: Aproveitando-se de uma França apática e desorganizada defensivamente, o English Team construiu uma vantagem avassaladora de 4 a 0 antes do intervalo.

Segundo tempo: A reação de Deschamps e o festival de gols

Na volta dos vestiários, o cenário mudou drasticamente. O técnico Didier Deschamps promoveu quatro alterações simultâneas e conseguiu chacoalhar a postura da seleção francesa.

A resposta foi imediata e incendiou o Estádio Miami:

  • Pressão francesa: Nos primeiros minutos da segunda etapa, a França marcou três gols rápidos, reduzindo a desvantagem para 4 a 3 e ameaçando um empate histórico;
  • Xeque-mate inglês: Diante do susto, a Inglaterra conseguiu reorganizar suas linhas, freou o ímpeto dos adversários e carimbou a vitória balançando as redes mais duas vezes.

Com o apito final decretando o 6 a 4, a Inglaterra garantiu a medalha de bronze da Copa do Mundo de 2026, coroando uma campanha de alto nível, enquanto a França se despede do torneio após fazer parte do confronto mais movimentado e plástico da história recente da competição.

Compartilhe esse artigo