Grades são instaladas após decisão de Alexandre de Moraes proibir acampamentos; deputado e aliados, incluindo Carlos Bolsonaro, encerram caminhada de 240 km com ato na Esplanada.
O reforço no Planalto é preventivo e segue os protocolos de segurança endurecidos após os eventos de 2023. O GSI justifica a medida como uma resposta à “possibilidade de manifestações programadas em locais próximos à instalação presidencial”.
🚧 O Bloqueio da Esplanada

A estratégia do Governo Federal e do Governo do DF é clara: evitar qualquer tipo de fixação de manifestantes.
- Perímetro de Segurança: Grades cercam o Planalto, o Congresso e o STF.
- Proibição de Barracas: A decisão de Alexandre de Moraes de sexta-feira (23) autoriza a prisão em flagrante de quem tentar montar acampamentos ou resistir à remoção.
- Efetivo: A Força Nacional e a PMDF estão de prontidão para garantir que o ato seja apenas uma “passagem” e não uma ocupação.
🚶 O Balanço da Caminhada



Nikolas Ferreira e sua comitiva, que incluiu Carlos Bolsonaro, Gustavo Gayer e André Fernandes, chegam ao destino final com alto engajamento digital:
- Pauta: Protesto contra a prisão de Jair Bolsonaro (na Papudinha) e pedido de anistia para os condenados pelo 8 de janeiro.
- Imagens de Impacto: O grupo utilizou helicópteros e drones para registrar a jornada pela BR-040, tentando criar uma narrativa de “sacrifício físico” em prol de uma causa política.
- O Ato Final: O encontro está marcado para o final da tarde de hoje, na Esplanada, onde Nikolas espera ser recebido por uma multidão de apoiadores.
⚖️ O Embate Institucional

A presença de Carlos Bolsonaro na marcha deu ao evento um peso de “recado direto” do clã Bolsonaro ao STF. Enquanto o deputado Nikolas foca no discurso contra o governo e o sistema judiciário, o Planalto tenta minimizar a mobilização, tratando-a como um evento de segurança pública e não de relevância política.
