Trump divulga foto de Maduro algemado e sob custódia no navio USS Iwo Jima

Redação Pernambuco Informa

Imagem publicada na Truth Social confirma captura do líder venezuelano após incursão em Caracas; Casa Branca ratifica autenticidade de registro que mostra Maduro vendado e detido.

O mundo recebeu, neste sábado (3), a confirmação visual da operação militar norte-americana em território venezuelano. O presidente Donald Trump publicou em sua rede social, a Truth Social, a primeira fotografia oficial de Nicolás Maduro sob custódia das forças armadas dos Estados Unidos. A imagem rapidamente se tornou o assunto mais comentado do planeta, sendo replicada pelo perfil oficial da Casa Branca no X (antigo Twitter).

A Foto: Detalhes da Custódia no USS Iwo Jima

Na imagem divulgada, o cenário é o interior do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima. Os detalhes da fotografia revelam o rigor do protocolo de transporte de prisioneiros de alto valor (High-Value Targets):

  • Restrições Físicas: Maduro aparece algemado e utilizando uma venda nos olhos.
  • Privação Sensorial: O líder venezuelano utiliza abafadores de som, técnica comum para desorientar prisioneiros durante traslados militares.
  • Estado Físico: Maduro aparece sentado, segurando uma garrafa de água, vestindo roupas civis que parecem ser as mesmas do momento da captura em Caracas.

Cilia Flores e o Destino Final

A operação também resultou na detenção da primeira-dama, Cilia Flores. Segundo fontes do Pentágono, ambos estão sendo processados a bordo antes de serem transferidos para solo americano. A Procuradoria-Geral dos EUA já confirmou que o destino final do casal será a cidade de Nova York, onde responderão por crimes de narcoterrorismo e conspiração.

Reações e Impacto Diplomático

A divulgação da foto é vista por analistas como uma “vitória psicológica” de Trump, visando minar qualquer tentativa de resistência das Forças Armadas Bolivarianas na Venezuela. Por outro lado, defensores dos direitos humanos e aliados de Maduro questionam a exibição pública do prisioneiro, citando possíveis violações das Convenções de Genebra sobre o tratamento de detentos.

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