Presidente dos EUA cancela todas as reuniões com oficiais iranianos e ordena tarifas de 25% para parceiros comerciais da República Islâmica; número de mortos em protestos já pode ultrapassar 2.000.
A postura de Washington mudou radicalmente em 48 horas. Se no último domingo (11) Trump sinalizava abertura para negociar, o aumento da brutalidade estatal no Irã — com relatos de execuções iminentes e um “massacre” nas ruas — levou o presidente americano a adotar uma linha de confronto direto, incitando a população a tomar o controle das instituições.
⚡ O “Tarifaço” contra o Irã

Como primeira medida punitiva concreta, Trump anunciou uma ordem executiva de impacto global:
- Taxação de 25%: Qualquer país que fizer negócios com o Irã pagará uma tarifa de 25% sobre suas exportações para os EUA.
- Alvos Principais: A medida mira diretamente a China (maior comprador de petróleo iraniano), a Turquia e a Índia, forçando esses países a escolherem entre o mercado americano ou a parceria com Teerã.
🏹 O que significa “A ajuda está a caminho”?

Analistas militares e fontes da Casa Branca sugerem que a “ajuda” prometida por Trump pode envolver:
- Apoio Cibernético: Restabelecimento da internet via satélite (Starlink e outros) para furar o apagão imposto pelo regime.
- Ataques Cirúrgicos: Trump afirmou que qualquer ataque não significaria “botas no chão”, mas sim atingir o regime “onde dói” (bases da Guarda Revolucionária e centros de comando).
- Lista de Alvos: O pedido para que os manifestantes registrem nomes de “abusadores” indica que os EUA planejam sanções individuais severas ou indiciamentos internacionais contra oficiais iranianos.
🚨 Balanço da Repressão (Janeiro 2026)

A situação humanitária é catastrófica, com organizações de direitos humanos tentando consolidar os dados em meio à censura:
- Mortes: Estimativas variam de 648 (oficiais de ONGs) a mais de 2.000 (fontes da Reuters e inteligência ocidental).
- Prisões: Mais de 10.600 pessoas detidas desde o início de janeiro.
- Ameaça de Execução: O procurador-geral do Irã classificou manifestantes como “inimigos de Deus”, crime punível com morte por enforcamento.
🌍 Reação Internacional



O clima é de pessimismo diplomático. Enquanto a Rússia denuncia a “ingerência externa” dos EUA, o primeiro-ministro alemão, Friedrich Merz, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, alinham-se a Trump, classificando a repressão como “repulsiva” e prometendo sanções europeias rápidas.
