| Posição | País | Consumo Per Capita (Litros de Álcool Puro) | Bebida Predominante |
| 1º | 🇷🇴 Romênia | 16,99 | Cerveja e Aguardente de Ameixa (Țuică) |
| 2º | 🇬🇪 Geórgia | 14,33 | Vinho (Tradição de 8 mil anos) |
| 3º | 🇨🇿 República Tcheca | 13,29 | Cerveja (Berço da Pilsner) |
| … | … | … | … |
| 68º | 🇧🇷 Brasil | 6,12 | Cerveja e Cachaça |
🔍 Por que o Brasil está tão “atrás”?

Existem fatores culturais e sociais que explicam por que não estamos no topo, apesar da onipresença da cervejinha:
- Preferência por Bebidas Fermentadas: O brasileiro é, essencialmente, um bebedor de cerveja. Como o índice mede álcool puro, é preciso beber muitos litros de cerveja para equivaler a uma garrafa de vodca ou absinto, comuns no Leste Europeu.
- Consumo Social vs. Consumo Diário: Em muitos países do topo (como a França ou a Áustria), o álcool (vinho ou cerveja) faz parte das refeições diárias. No Brasil, o consumo é muito concentrado nos finais de semana e eventos, o que dilui a média anual per capita.
- Abstinência: O Brasil possui uma parcela significativa da população que não consome álcool por motivos religiosos ou de saúde, o que puxa a média geral para baixo.
📍 Reflexo no Agreste e em Gravatá

Em cidades turísticas como Gravatá, o consumo de álcool é um motor econômico importante para bares e restaurantes. No entanto, o debate sobre o consumo consciente é sempre atual:
- Saúde Pública: Como vimos no exemplo da Bulgária (9º lugar), o gasto com saúde derivado do álcool é alto. No Brasil, o foco das políticas públicas tem sido o combate à combinação de álcool e direção.
- Economia Local: O mercado de cervejas artesanais e vinhos tem crescido no Agreste, focando mais na experiência e qualidade do que na quantidade, o que se alinha com essa posição mais moderada do Brasil no ranking global.
